9 de nov de 2008

Botando a boca no trombone

Esse blog existe para dar voz à sua dona, incansável reclamona e escritora compulsiva desde os 13 anos de idade. Se a crítica mordaz fere a alguns, em contrapartida diverte outros, e assim vamos seguindo com as opiniões da autora, que se reserva o direito de ser uma livre-pensadora.

E como bem disse titio Millôr, "livre pensar é só pensar", e se penso insisto em externar meus pensamentos, que se não agradam a um grupo de pessoas, pelo menos retrata as idéias de alguns que compartilham das opiniões da autora que ora vos fala.

Querem que eu me cale, "forças ocultas querem me destruir", - menos Zailda, menos - mas como já foi dito brilhantemente pelo Veríssimo, quem não gosta que pare de ler, já que eu não pretendo parar de escrever.

Habituem-se portanto a visitar outras paragens, uma vez que por aqui me instalei e pretendo ficar, como uma gralha a fazer barulho contra tudo o que eu não gosto, reclamando de tudo aquilo com o qual eu não concordo.

O "livro do ódio" trata apenas das coisas chatas do dia-a-dia observadas pelo olho de águia da autora, acostumada a deitar sobre os outros mortais um olhar crítico e a si mesma olhar com uma certa benevolência, é verdade, mas não de todo despida de auto-crítica. Modéstia devo ter sim em algum lugar dentro de mim mas guardo para ocasião propícia para então usá-la em doses homeopáticas temendo que por excessivo uso, se acabe.

Para aqueles que não vêem o humor por trás das palavras da autora e o absurdo de certas situações aqui apresentadas, para aqueles que estão acostumados a engolir todos os sapos mesmo que desçam atravessados sem precisar nem pedir por um gole dágua para ajudar na descida, apenas entendam que nem todos têm estômago de avestruz e o que lhes desce macio e logo se acomoda às suas vísceras acostumadas a digerir tudo o que cai para dentro, para outros é eterno espinho que vira-e-mexe precisa ser cutucado mesmo que doa, na esperança de um dia vir a ser totalmente extirpado.

Esqueçam, pois, de aqui deixar cáusticos comentários apregoando um falso bom-senso baseado numa lógica inexistente porque o poder do clic está a meu favor e serão impiedosamente deletados e lançados ao limbo do eterno esquecimento. Nem adianta reclamar pois quem quer ver publicadas suas idéias contrárias às minhas, que seja no mínimo educado e coerente. Se houver nelas um certo ar de justiça ou raciocínio serão prazerozamente aceitas, afinal o debate é mais que agradável e ajuda a fomentar nossas idéias.

Mas não se esqueçam, quem quiser democracia que vá ao Planalto, isso aqui não é democracia, é um blog e tem dona, quem quiser tirar uma onda que vire surfista no blog de outras pessoas.

Ah, já ia me esquecendo! Publico, sim, links de sites e blogs interessantes desde que EU os avalie assim, não sou Deus mas tenho meu próprio gosto e só indico o que aprecio.

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